ExpedienteEdições AnterioresMapa do SiteFale Conosco
EDITORIALPOLÍTICACOLUNASSÃO LUÍSENTRETENIMENTOESPORTEGERALPOLÍCIA
São Luís -
Home » Edições Anteriores » Setembro/2006 » Edição 320 » Colunas Políticas

Madame Natasha



Data de Publicação: 3 de setembro de 2006
 
Diminuir corpo de textoAumentar corpo de texto

ÍndiceTexto AnteriorPróximo Texto

Os três embusteiros
Cantador: Zé Fogaréu


Essa tal cooperativa
De Zé faz a gente rir
Todos eles vão fazer
O que não tem por aqui
Porque ao invés de falar
Não começam a construir?

Todos três não são governo
Jajá, Vivil e Dedé?
Quem manda no Maranhão
Não é o grupo do Zé?
Então por que que o Estado
Só anda de marcha ré?

Dedé só fala do pólo,
De Arama e Salangô
Por que que o governo deles
Nunca revitalizou?
Pois se tava tudo errado
Por que então não consertou?

Dedé não quer que o povo
Se dê bem lá em Rosário
Quanto mais acende fogo
Chama o povo de otário
Por que não paga a dívida
Se hoje tá milionário?

Quem foi que fez a medição
Da Estrada de Arame?
Não foi o governador
De quem tu fazes reclame?
É só chamar o fantasma
E mandar fazer o exame.

Aliás sobre fantasma
Dedé é grande aliado
As estradas foram pagas
Com o dinheiro do Estado
Zé Noel fez peripécias
E ele ficou calado.

Só tem olhos para ver
O que a mentira lhe entorta
A do Arame que foi feita
Ele diz que nasceu morta
A dos fantasmas do Zé
Choveram na sua horta.

É que nem aquelas caixas
D'água que ele enrolou
Por fora estavam perfeitas
Mas por dentro um horror
Tem caixa que até hoje
Água nelas não jorrou.

Ele é o grande mágico
Deste nosso Maranhão
Quando foi para Caema
Não tinha nenhum tostão
Mas depois transformou água
Num belíssimo avião.

Dedé é cara-de-pau
De vez em quando dá gafe
Tem uns dólares molhados
Que ele quer que a gente abafe
E goza de gente pobre
Jogando seu pif-paf.

Dedé é na jogatina
E quer ser governador
Passar a tarde jogando
Dinheiro que arrecadou
E levar catiripapo
Do ladrão que lhe assustou.

Vivil é própria excrescência
De quem quer publicidade
Pobre é a sua consciência
Quando maqueia a verdade
Pensando que o nosso povo
Não tem mais dignidade.

Dignidade, Vivil
Isso a gente traz de berço
Não é conta de fiar
Que se carrega no terço
Dignidade é raiz
É ter nome e endereço.

Dignidade, Vivil
Não é a bolsa primeiro
Não penses tu que o povo
Cai nas lábias de embusteiro
Auto-estima pra essa gente
Vale mais que teu dinheiro.

Esse povo tá largado
À própria sorte Vivil
Pois teu olho de injustiça
Anda vesgo nunca viu
Que teu saco de promessas
Não passa pelo funil.

Quem nega seu benfeitor
Não tem crédito na praça
Quando mentes pro eleitor
Todo mundo acha graça
Negar que foi Zé Sarney
Que te deu tudo - é trapaça.

Agora ficas dizendo
Quarenta neles! Que há?
Tens medo da própria sombra
Que pode te incomodar
Diz então pra nossa gente
Tu serás o ali babá?

Jajá é oligarquia
Discurso de todo ano
Mas os lagos de água suja
Já tão virando oceano
Tem mais lago candidato
Que água limpa no cano.

É do tempo da vovó
Consórcio da agricultura
Um "OJ" em cada bairro
Isso é mentira pura
Verdade é a Coliseu
E os ratos da Prefeitura.

As obras que ele promete
Ninguém acredita mais
O governo que ele apóia
Só sabe remar pra trás
Ao seu líder pede: faça
Zé Noel diz que não faz.

Dedé diz que não vai fazer
Jajá promete também
Vivil esculhamba o chefe
Que chama de Zé ninguém
Três bolsas que tem de tudo
Dignidade não tem.

Links Patrocinados

BUSCA:

Edição 320
Edição 320
Página Anterior | Recomendar | Imprimir | Topo

Jornal do Povo do Maranhão - Jornal Veja Agora
Copyright 2005 - 2006 Jornal Veja Agora. Todos os direitos reservados
Rua Jorge Damous, nº 257, Caratatiua - São Luís - MA
Tel: (98) 3253-6696 Geral - 3253-6605 Comercial e Assinaturas
redacao@jornalvejaagora.com.br