A Polícia Civil de São Paulo entregou hoje uma intimação à Carla Cepollina, namorada do coronel Ubiratan Gimarães, para comparecer na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na próxima segunda-feira para ser ouvida novamente.
A intenção da polícia é indiciar ou pedir a prisão preventiva do autor do assassinato do coronel Ubiratan até a próxima terça-feira. O prazo é considerado suficiente para que as provas objetivas contra o criminoso sejam conclusivas.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Marco Antônio Desgualdo, na semana que vem sai a notícia. “A prova está robusta. Na próxima semana, haverá uma solução para apresentar à imprensa e ao público”. O Instituto de Criminalística ainda analisa 18 objetos relacionados com a morte do coronel. “Vestígios encontrados se tornaram indícios. A parte objetiva desse caso vai saltar aos olhos”.
O promotor Luiz Fernando Vaggione, que acompanha o caso da morte do coronel, afirmou, nesta sexta-feira, que até o momento não há a necessidade de prisão de qualquer suspeito do crime.
“Todos os indícios foram checados. Até o momento, não há outro indício que não aponte para Carla (Cepollina)”. “A prisão de qualquer suspeito na fase do inquérito - para que a população entenda - antes de qualquer condenação é sempre pautada pela necessidade. E, por enquanto, não há necessidade de prisão de qualquer pessoa”.