ExpedienteEdições AnterioresMapa do SiteFale Conosco
EDITORIALPOLÍTICACOLUNASSÃO LUÍSENTRETENIMENTOESPORTEGERALPOLÍCIA
São Luís -
Home » Edições Anteriores » Setembro/2006 » Edição 321 » Geral

Severos cortes no gastos públicos para o ano de 2007



Data de Publicação: 5 de setembro de 2006
 
Diminuir corpo de textoAumentar corpo de texto

ÍndiceTexto AnteriorPróximo Texto

Seja quem for o próximo presidente, a partir do ano que vem ele terá de enfrentar um período de severos cortes nos gastos públicos. Ao contrário do que ocorreu em 2006, com aumento do salário mínimo e ampliação dos programas de assistência social, deve iniciar-se em 2007 um tempo em que o governo terá de dar sinais claros aos investidores internacionais de que pode controlar suas despesas públicas e permitir um maior crescimento econômico do país.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o governo Lula já está se preparando para isso caso consiga a reeleição. “Logo na abertura dos trabalhos do Congresso deveremos entrar com uma proposta de reforma fiscal”, disse. A idéia é fazer com que a despesa pública continue aumentando, mas num ritmo inferior ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). “Com essa sinalização, vamos acelerar a atração de investimentos e dar condições para o Banco Central trabalhar com mais conforto a fim de reduzir a taxa de juros. O BC terá um horizonte de dez anos para trabalhar.”

Com o mesmo objetivo, o candidato do PSDB, Gerado Alckmin, defende a regulamentação do fundo de pensão dos servidores e um enxugamento na estrutura de governo. Para o tucano, o desequilíbrio fiscal é o maior impeditivo para o crescimento da economia. Ele promete cortar o gasto com o custeio da máquina e aumentar os investimentos em infra-estrutura, além de cortar a carga tributária.

Nenhum dos dois candidatos, porém, aprofunda-se na questão da Previdência, cujo déficit - estima-se - chegará a 46,2 bilhões de reais no ano que vem. Alckmin sustenta que o déficit pode ser reduzido se mais pessoas deixarem de trabalhar no mercado informal. Por isso, uma reforma previdenciária não poderá ocorrer dissociada de uma reforma trabalhista. Lula diz que o sistema previdenciário precisa ser reformado periodicamente.

Links Patrocinados

BUSCA:

Edição 321
Edição 321
Página Anterior | Recomendar | Imprimir | Topo

Jornal do Povo do Maranhão - Jornal Veja Agora
Copyright 2005 - 2006 Jornal Veja Agora. Todos os direitos reservados
Rua Jorge Damous, nº 257, Caratatiua - São Luís - MA
Tel: (98) 3253-6696 Geral - 3253-6605 Comercial e Assinaturas
redacao@jornalvejaagora.com.br