O sistema de rodízio no fornecimento de água sempre foi um transtorno para a população de São Luís. O que deveria ser provisório, até que o sistema Italuís aumentasse a sua capacidade, tornou-se permanente.
Para piorar a situação de quem não tem caixa d’água ou cisterna, os dias de fornecimento de água agora terminam mais cedo. É isso que tem acontecido em muitos dos bairros da cidade, principalmente aqueles situados no entorno do centro. Dentre eles o Bairro de Fátima, o João Paulo, a Ivar Saldanha, o Caratatiua, a Jordoa e o próprio Centro.
A dona-de-casa Maria Amélia Silva Nogueira, da Jordoa, conta que o problema tem afetado seu dia-a-dia: “Agora não tenho mais tempo de limpar a casa como gostaria. Quando termino de fazer o almoço, eu só limpo o banheiro e já é hora de encher os baldes e o tanque, porque a água tem ido embora às quatro da tarde”, afirmou.
Um grupo de moradores do mesmo bairro já se reuniu para tentar reclamar na CAEMA. Depois pretendem unir-se à outras pessoas morem em outros bairros da capital.